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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Reflexão do Rev. Eraldo Gueiros - 1 Co. 9:22

 


(Foto: Rev. Eraldo e os Mis. Marcos (Sal da Terra) e Pb. Jerônimo (Rumo ao Sertão), durante a implanatação da Igreja de Buíque-PE)



“Eu não fiz o suficiente...” 
Por Rev. Eraldo Gueiros
(Reflexão escrita em  05/01/2010)

Um de meus filmes prediletos que já assisti repetidas vezes é “A Lista de Schindler”; especialmente o momento final quando seu protagonista diz: “...com esse carro, eu poderia salvar pelo menos mais 8 ou 9 vidas. E esse anel, é de ouro, pelo menos mais uma vida. Uma vida mais... Eu não fiz o suficiente...”. Então aquele que havia sido seu secretário e contador na fábrica lhe diz: “Olhe em sua volta, aqui a mais de 100 vidas que o senhor salvou...”.
O filme sempre me faz lembrar das palavras do apóstolo Paulo em 1Co. 9:22: “Fiz-me fraco para com os fracos, com o fim de ganhar os fracos. Fiz-me tudo para com todos, com o fim de, por todos os modos, salvar alguns”. Está claramente identificado qual era o propósito maior, a motivação ministerial de Paulo: era vidas!
Quando olho ao meu redor, e Deus permita que sua experiência seja diferente da minha, e vejo as grandes discussões eclesiásticas, e a prioridade nos investimentos “evangélicos”, eu me questiono: Qual tem sido a nossa real motivação no Reino de Deus? Chamo de real não o que falamos, mas o que praticamos de fato.
Será o de construir templos? Enriquecer nosso currículo teológico? Possuir um programa na mídia? Alcançar posições eclesiásticas na denominação? Preservar o estilo litúrgico que me agrada? Está ligado ao “roll sociate” dos empresários e políticos evangélicos da cidade? Promover os grandes eventos públicos da igreja?
Não se engane, porque há muita gente correndo atrás disso. Fazendo desses projetos sua grande motivação. Acredito coerentemente que cada projeto desse possui sua importância estratégica, mais eles não podem ser um fim em si mesmos. E boa parte das vezes são!
Creio que essa é uma das sutilezas do inimigo, para nos distrair do foco principal que é a salvação de vidas. Se esses projetos não facilitam a nossa prioridade, tenha certeza, elas acabam se tornando a própria prioridade, e nosso tempo será roubado.
Tenho acompanhado vários exemplos. Amigos que sonhavam ir a televisão para ter um programa evangelístico, e hoje criaram apenas mais um programa para crentes. Amigos que ousaram se aproximar de empresários e políticos “evangélicos” para facilitar a promoção de campanhas evangelísticas, e acabaram seduzidas por um cargo publico de assessoria. Gente que sonhou ver uma igreja explodindo de gente, hoje se tornou quase um arquiteto de prédios, e muito deles vazios.
Precisamos resgatar o nosso foco, a nossa missão e ser motivada por ela. Precisamos gastar e nos deixar gastar pelas vidas que ainda estão perdidas, e algumas delas, ainda dentro de nossas casas. Perdemos muito tempo com coisas secundárias, e investimos muito em áreas que mais nos beneficiam do que naqueles que realmente precisam.
Vou dar um exemplo pessoal. Sempre compartilhei essa visão missionária na minha igreja. Em nossa ultima reunião com as lideranças de sociedades e ministérios, gastei um bom tempo para renovar essa visão. Pois quando recebi o planejamento das programações de 2010, percebemos que haviam mais programações para crentes, do que para ganhar os perdidos. Será que eles perderam a visão? Com certeza não. A maioria nem percebeu essa desproporção. Eles estavam muito bem intencionados e todas as programações eram muito boas. Mas sutilmente, se aprovássemos todos os planejamentos, esse ano seria menos evangelístico. A igreja faria menos pela obra missionária. Resumindo, menos pessoas ouviriam falar do Amor de Deus.
Não desejo fazer desta reflexão uma crítica a quem quer que seja, Deus sabe o meu coração. Desejo sim alertar, despertar, produzir uma reflexão. Precisamos usar nossos dons e talentos a serviço do fim proveitoso para o qual Deus nos deu, e não para os nossos próprios projetos pessoais. Voltando as palavras de Schindler: Estamos fazendo o suficiente para resgatar mais vidas eleitas para Jesus?

(O Rev. Eraldo é Presidente do Presbitério Centro do Recife e Secretário Presbiterial de Missões; é secretário Sinodal de Missões do SSC/IPB; é coordenador do Projeto Apocalipse 1:11 e pastor da Igreja Presbiteriana do Jordão Alto em Recife-PE)

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Estudo Histórico de Scott Simmons Sobre a Visão Missionária de Calvino!

 
A Teologia de Missões de Calvino

Calvino nunca escreveu um tratado sistemático sobre sua teologia de missões. Entretanto, suas Institutas, seus comentários e cartas contêm muitas referências à sua teologia de missões e seu espírito missionário. Uma descrição acurada de sua teologia de missões pode ser reconstruída destas afirmações feitas por Calvino em seus escritos. O que se segue nos trará um resumo de sua teologia de missões, bem como respostas a objeções à sua teologia e como ela se relacionaria com missões.
Uma afirmação positiva
A base para as missões cristãs, de acordo com Calvino, é o presente Reino de Jesus Cristo. Em seu comentário aos Salmos e profetas, fica claro que Calvino considerava o reino de Davi como a sombra do Reino maior que viria. Por exemplo, comentando Isaías 2.4, Calvino escreve: “a diferença entre o Reino de Davi, que era apenas uma sombra, e este outro Reino” é que, “pela vinda de Cristo, [Deus] começou a reinar... na pessoa de seu Filho unigênito”. Comentando Salmo 22.28, Calvino escreve: “esta passagem, não tenho dúvidas, concorda com muitas outras profecias que representam o trono de Deus erguido, no qual Cristo pode assentar-se para comandar e governar o mundo. Este Reino presente de Deus, por meio de Cristo, é pressuposto através de seus escritos quando ele fala da base para missões mundiais.
Uma importante dinâmica que toma efeito neste novo Reino é a destruição da distinção entre judeus e gentios. Calvino frequentemente faz uso de Efésios 2.14 para insistir que a parede divisória entre judeus e gentios foi quebrada e o Evangelho tem sido proclamado, de forma que “nós [judeus e gentios] fomos reunidos juntos no corpo da Igreja, e o poder de Cristo é posto para sustentar-nos e defender-nos”. Desde que o reinado de Cristo se estende não somente sobre os judeus, mas sobre o mundo inteiro, gentios são chamados junto com os judeus ao Seu Reino. É a inclusão dos gentios na comunhão de Israel que permite que o Evangelho do Messias judeu seja proclamado aos gentios por todo o mundo.
A tarefa de Cristo enquanto governa a terra dos céus é subordinar a terra a Ele mesmo. Isto acontece de duas formas. Primeiro, os réprobos que se recusam a submeter-se ao domínio de Cristo “atacam” o Reino de Cristo “de tempos em tempos até o fim do mundo”, e ao mesmo tempo eles se prostrarão aos Seus pés. Segundo, os eleitos serão “trazidos para prestar uma disposta obediência a Ele”, se submetem e se humilham-se diante dEle. Depois do último dia, estes serão feitos “participantes com Ele em glória”. Por meio desses dois métodos, o Reino será estendido por todo o mundo. Em nenhum momento, o progresso do Reino será barrado. Comentando Isaías 2.2, Calvino escreve que haverá “progresso ininterrupto” na expansão de Seu reino “até que Ele apareça uma segunda vez para nossa salvação”. O Reino de Cristo, o “Reino invencível” será “vastamente estendido” porque Deus faz “sua comitiva avançar para longe e numa larga extensão” . Por toda a era da Igreja, de acordo com Calvino, o Reino de Cristo será expandido por todo o mundo.
O meio pelo qual o Reino de Cristo é espalhado pela terra é através da pregação do Evangelho às nações. Calvino escreve “não existe outra forma de edificar a igreja de Deus senão pela luz da Palavra, em que o próprio Deus, por sua própria voz, aponta o caminho da salvação. Até que a verdade brilhe, os homens não podem se unir juntos, na forma de uma verdadeira igreja”. Calvino insistia que os cristãos carregam a responsabilidade de espalhar o Evangelho. Ele escreve “porque é nossa obrigação proclamar a bondade de Deus para todas as nações... a obra não pode ser escondida em um canto, mas proclamada em todos os lugares”. Embora Deus pudesse ter usado outros meios, Ele escolheu “empregar a ação de homens” para a pregação do Evangelho.
A teologia de missões de Calvino é, portanto, teocêntrica e cristocêntrica, focando a glória de Deus em Cristo assim como a obrigação do homem. Tudo na vida deve ser vivido para a glória de Deus. Enquanto a Igreja Católica usava obras meritórias e ascetismo como ferramenta de motivação para missões, protestantes não usariam este tipo de motivação. Para Calvino, o fator motivacional de missões mundiais era a glória de Deus. Quando o Evangelho é proclamado e aceito entre as nações, Deus é adorado e glorificado. Esta é a finalidade principal do homem. Charles Chaney escreve sobre Calvino: “o fato de que a glória de Deus era o motivo primordial nas primeiras missões protestantes e isto ter se tornado, mais tarde, uma parte vital do pensamento e atividade missionárias, pode ser traçado diretamente em direção à teologia de Calvino”.
Atividades Missionárias de Calvino
Certamente Charles Edwards estava correto quando afirmou que “A Reforma foi um movimento missionário em uma grande escala internacional”. Com a Reforma espalhando-se pela Europa, a atividade missionária tomava lugar. O sacramentalismo do Catolicismo abriu caminho para o verdadeiro Cristianismo baseado na sola scriptura, sola fide e sola gratia. Na verdade, mesmo o entendimento católico do Evangelho não chegou a alcançar muitas classes sem instrução. As Escrituras eram escritas em latim e as missas eram dirigidas em latim. Muitos destes eram incapazes de entender esta língua, de forma que o Evangelho não era pregado a eles de uma maneira inteligível. Com a Reforma espalhando-se pela Europa, a Bíblia foi traduzida para as línguas comuns e os cultos da igreja eram inteligíveis para as massas. Povos não-alcançados na Europa foram alcançados pelo o Evangelho com a Reforma. Os Reformadores continuamente tinham de lutar por sua sobrevivência, lutando para estabelecer sua própria identidade sobre seus adversários Católicos Romanos . Ainda assim, mesmo com toda esta confusão, Calvino foi capaz de fazer um esforço extraordinário para evangelizar a França, o resto da Europa e mesmo o Novo Mundo.




(O artigo continua demonstrando as evidências da atuação de Calvino na Europa inclusive no Brasil. Para acessar o artigo completo entre em: http://www.monergismo.com/textos/jcalvino/calvino_missoes_scott.htm)

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Reflexão do Rev. Eraldo Gueiros - Sobre Thomas Cosmades

“A evangelização não é uma atividade para as horas vagas”   Thomas Cosmades

Por Rev. Eraldo Gueiros
(Reflexão escrita em 21/11/2010) 

 Não sei se Cosmades considerava essa hipótese quando fez essa declaração, mais eu acredito que grande parte dos crentes hoje, possuem um conceito equivocado quanto a importância da evangelização. É raro vermos crentes encarando a evangelização como meta principal de suas vidas e ministérios. Normalmente, está relegada a segundo plano.
John Blanchard diz: “A grande necessidade da igreja hoje é ter um espírito de evangelização, e não um esforço evangelístico temporário”. Não podemos confundir o chamado de Deus para as nossas vidas. Não importa o cargo eclesiástico que desempenhamos na igreja ou na denominação, todos somos chamados a anunciar a Palavra de Deus aos perdidos. A nossa função eclesiástica deve facilitar esse chamado, e não servir de justificativa para a falta de tempo e produtividade.
Alguém já disse que a “Igreja não é um clube de iates, mas uma frota de barcos de pesca”. A igreja não é um lugar de encontros, e ela precisa ser ensinada quanto a verdade da volta de Cristo e do grande juízo de Deus. Vidas estão sendo ceifadas sem a oportunidade de ouvirem o evangelho. Os líderes da igreja não podem se acostumar e se acomodar a pregarem somente para os crentes da igreja, pois esse seria um uso indevido do seu chamado e ministério! 
A evangelização não é uma sugestão ou opção, é um mandamento! O apóstolo Paulo afirma: “Se anuncio o evangelho, não tenho do que me gloriar, pois sobre mim pesa essa obrigação; porque ai de mim se não pregar o evangelho” (1Co.9:16). Pode não haver tempo para outras realizações cristãs, mas jamais poderá faltar tempo em nossa agenda para falar de Jesus aos incrédulos. A qualquer hora e em qualquer lugar Deus deseja nos usar, pois sempre encontraremos corações necessitados de ouvir e sentir o amor de Deus. Quero finalizar citando J.I. Packer: “Sempre e em toda parte os servos de Cristo estão sob a ordem de evangelizar”.
Que Deus nos dê uma semana de grandes oportunidades para falar do seu amor.

(O Rev. Eraldo é secretário Sinodal de Missões do SSC/IPB e Presbiterial de Evangelismo e Plantação de Igrejas do PCRE/IPB. É professor das disciplinas de Evangelismo, Discipulado e Missões do Centro de Educação Teológica do Recife - centroteologicodorecife.blogspot.com)

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Uma abordagem do Rev. Hernandes Dias Lopes

Tornando-se uma igreja acolhedora!

Por Rev. Hernandes Dias Lopes
(Pastor da IP Pinheiros-SP e Apresentador do Programa Verdade e Vida)
 
Referência: Romanos 15.5-7

Uma pessoa decide-se por uma igreja, via de regra, por causa da acolhida que lhe é dada. Niguém fica numa igreja, onde não consegue fazer amizade. Porque as pessoas são importantes para Deus, as pessoas contam.
A igreja é a comunidade mais importante da história da humanidade. Jesus está edificando a sua igreja. Ela é a menina dos olhos de Deus. Ela é a noiva do Cordeiro. Ela é a agente do Reino de Deus na história. Ela é o corpo de Cristo no mundo.
A igreja é um projeto de qualidade total – “até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade , à medida da estatura da plenitude de Cristo” (Ef 4:13).
a) A igreja não é a sede de um clube, onde cada um paga a sua mensalidade e vive isoladamente;
b) A igreja não é um abrigo de salvos, onde cada busca os seus próprios interesses;
c) A igreja não vive a santidade umbilical, onde cada um está voltado para si mesmo;
d) A igreja busca procura a qualidade total, como corpo, busca ser igual a Jesus.
Como nós podemos ser uma igreja acolhedora?

I. SENDO UMA IGREJA QUE AGE COMO CORPO – 1 Co 12:12-26
1. Um corpo possui UNIDADE – v. 12-13 (unidade sem diversidade é uniformidade, mas diversidade sem unidade é anarquia).
2. Um corpo possui DIVERSIDADE – v. 14
a) Complexo de Inferioridade – v. 15,16
b) Complexo de Superioridade – v. 21 (um olho azul de 75 kg seria um monstro)
3. Um corpo possui MUTUALIDADE – v. 25-26
a) A solidão e o isolamento da vida moderna – O homem é apenas um número, sem nome, sem cara, sem sonhos. A igreja é a comunidade da solidariedade e não da solidão;
b) O tratamento pessoal é fundamental – A importância de chamar as pessoas pelo nome. É assim que Jesus faz conosco (Jo 10:14,27);
c) A necessidade de ser sensível às necessidades das pessoas – Jesus ensinou, pregou e curou. Ele se compadecia das multidões porque estavam exaustas e aflitas como ovelhas sem pastor.
d) A necessidade de nos envolvermos com as pessoas – Neemias perguntou: Vai tudo bem?
e) A necessidade de sermos afetuosos no relacionamento – Paulo beija e chora com os presbíteros de Éfeso. O conselho do presbítero Uziel.
f) A necessidade de acolhermos uns aos outros como Deus em Cristo nos acolheu – Jesus tocou o leproso + Jesus abraçou as crianças + Jesus conversou com a samaritana + Jesus comeu com os pecadores + Jesus hospedou-se na casa de publicanos + Pessoas eram mais importantes do que rituais.
g) A necessidade de entendermos que a somos conhecidos como discípulos pelo amor – A ilustração do purê de batata (Jo 13:34-35).

II. SENDO UMA IGREJA QUE AGE COMO FAMÍLIA – 1 Ts 4:9-10
1. Uma família ama com amor “filadelfia” – Numa família as pessoas são diferentes, mas é uma só família. As pessoas não vivem competindo. É inimaginável pensar que um irmão cobiça a mulher do outro, que se entristece com a vitória do outro. É amar os outros com amor de irmão de sangue. É chorar com os que choram e se alegrar com os que se alegram.

III. SENDO UMA IGREJA QUE GERA PESSOAS SAUDÁVEIS E MADURAS – Ef 4:12-13
1. A igreja não é uma platéia, onde o culto é um espetáculo os crentes vêm como espectadores.
2. A igreja não é uma sala de obstetrícia, onde o pastor age como médico obstetra; mas o pastor treina os crentes para o desempenho do ministério
3. Os principais problemas que impedem de termos crentes saudáveis na igreja:
a) Crescimento retardado – Desenvolvimento sadio é obedecer no tempo certo (Hb 5:11-14). Uma pessoa depois de 15 anos usando fralda. Igreja berçario – 15 anos depois – Igreja APAE.
b) Hidrocefalia – Cabeça grande e corpo mirrado. Crentes que têm muito conhecimento, mas não praticam o que sabem.
c) Sedentarismo – Alimento sem exercício. Torna-se obeso atrofiado. Come sem se exercitar. Corre o risco de colesterol alto e infarto.
d) Flacidez – descanso sem atividade.
e) Altismo – desligado de tudo à sua volta. No seu mundo só tem espaço para si mesmo.
f) Alimentação inadequada – morte na panela.
g) Inanição – crentes que se alimentam apenas uma vez por semana.

IV. SENDO UMA IGREJA QUE AGE COMO COMUNIDADE TERAPÊUTICA
1. Há igrejas doentes que precisam de Cura – A igreja de “Areias” o pastor suicidou-se, o outro pastor abandonou a família e fugiu com uma adolescente, o diácono subiu na torre da igreja para pular de lá de cima, os membros disseram-me: estamos doentes.
2. O que adoece uma igreja?
a) Relacionamentos quebrados – Amargura e ressentimento: falar mal (Tg 4:11), antropofagia (Gl 5:15), autofagia (Fp 4:6).
b) Problemas desinstaladores – enfermidade, luto, divórcio, falência, desemprego, reprovação vestibular, término noivado.
3. Como uma igreja pode ser comunidade de cura?
a) Sendo uma comunidade de Aceitação – Barnabé acolhe a Paulo (At 9:26-27; 11:22-26) e acolhe a João Marcos (At 15:36-39). Devemos acolher uns aos outros, como Deus em Cristo nos acolheu.
b) Sendo uma comunidade de Confissão – Tg 5:16
c) Sendo uma comunidade de Perdão – Cl 3:13; Lc 17:3-6
d) Sendo uma comunidade de Comunhão – Fp 2:3-4 (A igreja de Jerusalém).
e) Sendo uma comunidade de Ajuda Mútua – At 2:44-45; 11:27-30 – Ilustração: O homem morrendo de frio nos Andes e ao tentar salvar outro homem que estava morrendo, aqueceu-se e ambos foram salvos.
f) Sendo uma comunidade sem preconceitos – At 13:1-3; Tg 2:2-4
g) Sendo uma comunidade sensível aos visitantes – Rm 15:7
1) A ilustração do Jantar: A) O visitante que chega em hora indesejável – uma igreja hostil aos visitantes; B) O visitante que chega sem avisar – Uma igreja que recebe bem os que chegam, mas não lhes tributa o valor devido; C) O visitante que é convidado para o jantar – Uma igreja sensível aos visitantes.
2) A ilustração da clientela: Por que os clientes desaparecem? Standart Oil Company: 1% dos clientes morrem; 3% mudam para outro lugar; 5% encontram um preço melhor; 9% em função de conveniência; 14% descontentamento pessoal; 68% em função de indiferença demonstrada pelos empregados.
3) Os dez mandamentos do relacionamento humano
1) Fale com o visitante
2) Sorria para as pessoas – São necessários 72 músculos para franzir o rosto e apenas 14 para sorrir
3) Mencione o nome das pessoas
4) Seja amigável e cooperador – quer ter amigos? Seja amigo!
5) Seja cordial – Tenha uma palavra e uma atitude encorajadora.
6) Tenha um interesse genuino pelas pessoas
7) Seja generoso nos elogios e cauteloso nas críticas
8) Tenha consideração com os sentimentos das pessoas
9) Considere a opinião das outras pessoas
10) Esteja pronto para ouvir.
4) A ilustração Eu sou um bom estranho
5) Como podemos, de forma prática, sermos uma igreja acolhedora?
Equipes de recepção
Entrosamento das sociedades
Convidar o visitante para conhecer o seu lar
Festa de recepção às pessoas que chegam à igreja
Treinar os novos crentes para serem pessoas integradas e receptivas aos outros.

(Fonte: Site do autor: www.herandesdiaslopes.com.br)